Contenção física em répteis

A contenção física é uma parte importante na conduta do médico veterinário para com o seu paciente. Uma contenção inadequada pode gerar traumas ou ferimentos a ambas as partes.

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As serpentes possuem um corpo alongado com ausência de membros torácicos ou pélvicos. A imobilização da cabeça é de suma importância para uma contenção adequada, sendo que o tamanho da serpente, espécie, se é peçonhenta ou não e agressividade, irão nortear o médico veterinário para qual técnica utilizar.

A utilização de ganchos, laços, tubos de acrílico, e a própria mão devem ser sempre empregadas de acordo com os fatores ou características anteriormente apresentadas.

Para as serpentes peçonhentas, utilizo tubos de acrílico, segurando o animal pelo terço caudal de seu corpo. Para as não peçonhentas, o gancho é a principal opção, sendo que dependendo do tamanho da mesma, um ou mais ajudantes serão necessários para uma contenção perfeita e sem riscos.

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Os quelônios podem ser contidos também pela cabeça, mas como são animais extremamente fortes, poderão lesionar os dedos do profissional ou até mesmo serem feridos pelo esforço de contenção. Algumas espécies são extremamente agressivas, mordendo com ferocidade, chegando até a arrancar algumas falanges se a mordida for certeira e partindo de um animal grande (Tartaruga mordedora, por exemplo).

Todas as situações sempre devem ser avaliadas individualmente. Para certas aplicações, o simples fato de segurar um membro para fora da carapaça, pode promover fraturas de ossos longos. Atendo alguns casos de animais com fratura de fêmur e úmero por contenções inadequadas.

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Nos lacertídeos (lagartos) pequenos a imobilização é fácil e sem maiores complicações. Segurar a cabeça com delicadeza e firmeza na medida certa, colocar os membros torácicos junto ao tórax e os membros pélvicos junto a cauda, é a mais eficiente.

Algumas espécies não podem ser contidas pela cauda, pois como medida de defesa as mesmas são “liberadas ou soltas” sem maiores esforços (iguana por exemplo). Nos animais maiores como os iguanas ou mais agressivos como os teiús, a utilização de luvas de raspa de couro e um auxiliar experiente, são imprescindíveis para que o trabalho seja realizado a contento. Devemos lembrar que o Monstro-de-Gila é um lagarto que possui veneno, portanto o cuidado deve ser redobrado.

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Os crocodilianos são animais com uma força, agilidade, e arcada dentária invejáveis. Os músculos relacionados com o ato de fechar a boca são muito fortes (temporais, pterigóide interno e externo), mas os músculos que fazem o papel inverso são bem fracos (depressor mandibular e esternomandibular). Por este motivo, o perigo esta quando ele fecha a boca e não quando tenta abrí-la.

Estes animais possuem um movimento que deve ser conhecido e respeitado que é a rotação ou giro sobre ele mesmo. Ele utiliza esta técnica para dilacerar sua presa. Nos animais menores, utilizo somente as mãos e um pouco de agilidade para contê-los pela cabeça, logo no início do pescoço, enquanto nos maiores, utilizo laços, auxiliares, muita técnica e muito  cuidado devem ser empregados para que os riscos sejam minimizados a quase zero.

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Animal Exótico, diminuindo as fronteiras entre homens e animais!

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