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Roedores

Infecção por Bordetella bronchiseptica

A infecção clínica é relativamente comum em cobaias, cães e suínos. Ratos, coelhos, gatos, pássaros e primatas também podem desenvolver a infecção clínica, mas estes animais normalmente se apresentam portadores.

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A Bordetella bronchiseptica  é um bacilo ou cocobacilo pequeno, móvel e Gram (-). A transmissão se dá por contato direto com animais clinicamente afetados, portadores, fômites e aerossóis respiratórios. Continue lendo Infecção por Bordetella bronchiseptica

Dermatomicose em roedores e coelhos (lagomorfos)

As dermatomicoses em coelhos não são achados comuns. Lesões circulares, com ou sem prurido (coceira), alopecia (falta de pêlos) e aparência seca são os sinais mais comuns.

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Trichophyton mentagrophytes é o mais comum dermatófito encontrado nos coelhos, mas o Microsporum também pode ser encontrado. As lesões geralmente aparecem na cabeça, membros e patas. Os indivíduos jovens são mais acometidos que os adultos. A falta de higiene, desnutrição, número excessivo de animais por recinto, agentes externos estressantes, e infecções secundárias são fatores predisponentes.  Continue lendo Dermatomicose em roedores e coelhos (lagomorfos)

Infecção por Staphylococcus aureus em roedores

O Staphylococcus aureus é uma bactéria aeróbia, não formadora de esporos, catalase e Gram +. Normalmente habita a pele, o trato respiratório superior, e o trato digestivo inferior.

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A bactéria pode disseminar-se por contato direto entre animais e homem ou alimento, fezes, caixas e cama contaminados. A bactéria é primariamente associada ao homem, mas infecções ocorrem em grande variedade de outros mamíferos.

Infecções nasais subclínicas são freqüentes em cobaios e primatas, menos freqüentes em coelhos e cães e raras em roedores.

Como sinais clínicos temos a morte repentina por septicemia, pneumonia ou toxemia incluindo a febre, anorexia, depressão e morte, dermatite úmida, edema nas patas, aumento de volume cutâneo e das glândulas mamárias, lesões na pele pruriginosas levando a automutilação, abscesos, pododermatite ulcerativa, amiloidose sistêmica do cobaia, dermatite nasal ou facial do gerbil, e dermatite ulcerativa em ratos.

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Estresse pelo calor em roedores e coelhos (lagomorfos)

O estresse pelo calor pode acometer todos os animais, mas os coelhos e as cobaias são particularmente sensíveis.

A combinação desta sensibilidade exacerbada a temperatura elevada com alguma falha no mecanismo de termorregulação e/ou ambientes muito quentes, a temperatura corpórea sobe em nível incompatível com a vida.

Consideramos fatores predisponentes para o desencadeamento do estresse pelo calor uma temperatura ambiental acima de 28 graus Centígrados, umidade elevada acima de 70%, animais com espessa cobertura de pelos, obesidade, incidência direta de raios solares, ventilação insuficiente, água em quantidade insuficiente ou aquecida, superpopulação e estresse psicológico.

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Os sinais clínicos gerais incluem Continue lendo Estresse pelo calor em roedores e coelhos (lagomorfos)

Cardiopatias em roedores, ferrets e coelhos (lagomorfos)

Chinchilas podem apresentar murmúrio na auscultação cardíaca. Até a presente data não há relação comprovada entre os murmúrios e cardiopatias. Como exceção uma chinchila macho o qual apresentava murmúrio cardíaco ao exame clínico. Ecocardiografia e eletrocardiografia revelaram um defeito no septo ventricular e regurgitação na tricúspide.

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Trombose atrial tem sido descrita em hamsters. A maior parte das tromboses ocorre no átrio esquerdo secundário a falência Continue lendo Cardiopatias em roedores, ferrets e coelhos (lagomorfos)