Anestesia em coelhos

ASPECTOS IMPORTANTES NA ANESTESIA DE COELHOS

Muitos fatores afetam a resposta de um coelho aos anestésicos e uma dose suficiente para matar um animal pode afetar fracamente um outro. Os fatores específicos que influenciam na resposta são sexo, idade, linhagem, peso corpóreo, percentual de gordura corpórea, estado nutricional e saúde, conteúdo gastrintestinal, hora do dia, variações genéticas e os rítmos respiratório e metabólico (HARKNESS, 1993).

Alguns pacientes debilitados necessitam de um suporte nutricional prévio (HARCOURT-BROWN, 2002).

coelho-anestesia

No procedimento pré-operatório, cabe lembrar que alguns coelhos possuem atropinesterase, que hidrolisa e inativa a atropina circulante no sangue. Portanto, a dose de atropina varia bastante e pode ser necessário aumentar ou administrá-la em intervalos (HARKNESS, 1993).

A intubação endotraqueal é dificultada nos coelhos em virtude da longa distância entre os incisivos e a epiglote, dos dentes extremamente afiados e do pequeno tamanho da cavidade bucal e ocorrência de espasmo da laringe. Um tubo endotraqueal de Cole ou tubo nasoral de Shiley pode ser utilizado para intubação. Para os coelhos o diâmetro varia de 2.0 a 4.0mm (HARKNESS, 1993).

Bons equipamentos anestésicos, além da observância das doses exatas pelo anestesista, aumentam a segurança da anestesia (HARCOURT-BROWN, 2002)

A anestesia tópica para prevenir o espasmo da laringe não é indicada, pois pode suprimir o movimento da glote durante a deglutição (HARKNESS, 1993).

Continue lendo Anestesia em coelhos

Novo Site

Animal Exótico ®

 

Bem-vindo ao meu ao meu novo site, aqui você encontrará informações técnicas sobre enfermidades, espécies animais, projetos, cursos, palestras, e curiosidades sobre o mundo animal.

Atenciosamente,

Dr. Alexandre Pessoa

Agende uma consulta: (11) 9-9911-2330